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DÍZIMO - NO JUDAÍSMO E NA IGREJA CRISTÃ

Por Eliseu Antonio Gomes

Abraão e Jacó  praticaram o ato de entregar dízimos. A prática existia antes da promulgação da Lei de Moisés. Os patriarcas exerceram liberalidade, espontaneidade, fé e devoção a Deus. Não havia obrigatoriedade.

Na Dispensação da Graça, o sistema de arrecadação de dízimos nas igrejas cristãs não é ato obrigatório. A oferta e o dízimo entre os cristãos são efetuadas em arrecadações realizadas em caráter voluntário, a prática é como uma ação de amor ao próximo, também como ato de fé e atitude devocional ao Senhor. Textos no Novo Testamento não afirmam que sim e nem que não. Se não proíbem ao cristão ser um dizimista, qual a autoridade dos antidizimistas para proibir. Não existe nenhum poder para isso.

Durante a vigência da Dispensação da Lei, a arrecadação de dízimos  manteve a religião judaica operante. Na Lei, os sacerdotes recebiam dízimos para manter o templo judaico, manter os ensinamentos e liturgias do judaísmo. Recebendo dízimos, os líderes judeus fizeram um levante e crucificaram Jesus Cristo, não o reconhecendo como Filho de Deus, Senhor e Salvador, pois esperavam o Messias revolucionário. O dízimo na época da Graça, é recebido nas igrejas que anunciam o plano da salvação em Cristo. Entre cristãos, a finalidade é diferente do objetivo dos judeus. Os cristãos praticam a entrega de dez por cento por reconhecerem Jesus Cristo como Filho de Deus, Senhor e Salvador, como propósito de financiar o  anúncio do Evangelho para todas as almas ao redor do mundo.

Nas igrejas, ninguém é obrigado a ser dizimistas por força da Lei de Moisés. Contudo, estamos debaixo da Lei de Cristo. E essa Lei de Jesus manda amar mais as pessoas do que as coisas, mais ao semelhante do que ao dinheiro. Muitas almas são salvas todos os dias por meio da arrecadação sistemática do dízimo, que proporciona caixa em condições de manter o pregador em atividade.

A base bíblica para o dízimo entre cristãos

Vale lembrar que a regra da hermenêutica manda que uma doutrina se sustente em no mínimo três textos bíblicos. Apresento Gênesis 14, Gênesis 28, Salmo 110.4, Hebreus 5, e Hebreus 7 para todos os antidizimistas. Esses textos são os alicerces da doutrina do dízimo cristão, estão à parte da Lei de Moisés.

Reflexão: Melquisedeque era sacerdote de uma linhagem sacerdotal sem princípio e nem fim. O Salmo 110.4 é citado pelo escritor de Hebreus, capítulo 7, e nesta citação ele mostra que Jesus Cristo é sacerdote pertencente à mesma ordem sacerdotal. Se Cristo é da linhagem sacerdotal de Melquisequede, sacerdócio que recebia dízimos, qual o motivo de Jesus não poder receber também? Porque Melquisedeque sim e Jesus não? Por que essa diferença de tratamento? Enquanto não houver resposta com base bíblica para essa pergunta, tudo o que é dito está apenas no campo das ideias humanas, não deve ser considerado Palavra de Deus. Gostaria de ouvir ou  ler alguém responder.

Alguns antidizimistas alegam que não é possível entregar dízimos, porque Jesus Cristo não está mais em carne para recebê-lo. Ora, Ele não está em pessoa entre nós, mas disse estar sempre presente espiritualmente onde dois ou três se reúnem em nome dEle, e entre nós todos os dias, até a consumação dos séculos. Ele instituiu líderes na igreja e esses o representam (Mateus 18.20; 28.20; Efésios 4.11).

As pessoas contrárias à prática do dízimo nas igrejas isolam textos bíblicos para se posicionarem como antidizimistas. Ao responderem, costumeiramente apenas emitem opinião sem usar  a Bíblia Sagrada. E quando a usam fazem menção de textos bíblicos ligados à Lei de Moisés, referências isoladas, que não apontam para a superioridade do sacerdócio de Melquisedeque (tipo de Cristo) sobre a linhagem sacerdotal levítica. Usam partes bíblicas ligadas ao Código Mosaico com a intenção de acusar o sistema de arrecadação cristão como ato judaizante. Eles ignoram a exegese das referências bíblicas expostas no parágrafo acima.

O propósito

Através da arrecadação de dízimos é que o cristianismo se expande no mundo. A arrecadação serve para prestar socorro nos âmbitos físico e espiritual. O dinheiro é usado para possibiltar missões. Missionários brasileiros estão lá na África e outros continentes divulgando a Palavra de Deus. Eles comem, se vestem, precisam de abrigo. O custo é alto. O pregador não se alimenta de vento. É necessário custear muitas famílias estão no estrangeiro. Por meio da boa consciência de dizimistas cestas básicas são compradas e distribuídas para quem precisa delas, novos templos são erguidos.

Há pastores, em setor rural, que aceita como dízimo frutas, legumes, verduras... Repassam isso para quem necessita. Além disso, tanto em espécie como em produtos agrícolas, a finalidade é ajudar os necessitados.

Não existe quem pregue o Evangelho sem precisar das coisas materiais. Quem tem mente carnal não consegue discernir a importância que existe em usar o dinheiro para patrocinar a propagação do cristianismo ao redor do mundo.  Ah... Talvez pensem que os índios a ser evangelizados serão receptivos às necessidades de quem está em território missionário! Quem sabe cogitem que os muçulmanos do Egito entrarão em contato com as igrejas brasileiras pedindo por favor que aceitem o dinheiro deles para que possamos ir lá pregar que Jesus é o Salvador deles!

Os aproveitadores da fé cristã

Não é aceitável usar generalização. O dizimista sabe que existe líder que se desvia  do compromisso cristão ao administrar a coleta de dízimos. Gente má existe em todas as áreas da sociedade. Não é porque alguns erram conscientemente que toda a lideraça cristã faz o mesmo. A maioria dos pastores que arrecadam dízimos fazem bom uso deles, revertendo para obras sociais, missões, construções de templos. O dizimista tem condições de avaliar se o dinheiro é bem usado ou não e escolher o ministério que administra bem os valores que recebe.

Há quem seja pastor e faça mal uso da arrecadação? Sim... Todos? Não.

A importância do colaborador dizimista na propagação do Evangelho

O dinheiro é uma contribuição que possibilita aos que não conhecem a Jesus Cristo que o conheçam. Não é difícil compreeender que o dízimo arrecadado é um fundo para missões cristãs, evangelismos, contruções de templos cristãos.

A maior parte crítica sobre o tema é sem nenhuma vivência no assunto. Se o crítico vivesse a realidade do que critica, saberia que os colaboradores constantes são apenas os dizimistas. Quem dá uma oferta este mês, no próximo pode dar menos, mais, ou nada. O pastor tem facilidade de administrar dízimos porque sabe qual o valor a ser recebido a longo prazo.

A salvação é por meio da fé, que surge na pessoa que ouve a Palavra de Deus. E, perguntou Paulo, como ouvirão se não existir quem pregue. O dízimo é um método cristão muito prático de custeio aos missionários. Enviar o missionário gera custos altos. Administrar missionários no exterior não deve ser em caráter de aventura, precisa ser algo ponderado, criterioso.

Quem são os dizimistas?

A situação espiritual da prática do dízimo é essa: o dinheiro arrecadado mantém pastores e missionários, que entregam a Palavra de Deus às almas que ainda não reconheceram Cristo como Senhor e Salvador. Isso é bíblico, tem base para ser praticado. Jesus e Paulo disseram que o obreiro é digno de ser sustentado, e como o dizimista não tem tanto apego ao dinheiro como os antidizimistas, patrocinam o pregador cristão sem problema algum. Querem fazer isso, fazem com prazer e liberalidade (Lucas 10.7; 1 Timóteo 5.18 ).

O cristão ofertante e dizimista é pessoa livre para exercer sua fé no Brasil e usam essa liberdade para colaborar na igreja; é pessoa adulta, alguém responsável por seus atos; é pessoa dona de seu dinheiro. Não pergunta como deve usá-lo. No entanto, é vítima de muito preconceito, recebe constantes opiniões indesejáveis para deixar de colaborar no templo e é ofendido com declarações que o classificam como parte da massa manobrada de algum pastor desonesto.  São atacados por opositores tentando tocar o brio objetivando desanimá-los.

Existe gente dizimista fiel que é simples, mas também gente com curso superior e com mestrado. O pobre, trabalhador braçal e o rico empregador. O desembargador, o professor universitário. Existe muita gente que são dizimistas com cultura adquirida nas melhores universidades do mundo. A figura do dizimista não é representada pela imagem caricatuaral de uma pessoa bobinha.

Qual é a razão de ser um dizimista? Jamais deve ser com o propósito de buscar a salvação. O cristão é dizimista porque tem fé que é salvo por meio do sacrifício vicário de Jesus Cristo na cruz, pela substituição no sacrifício do calvario do Filho de Deus, que nunca pecou, por todos os pecadores.

O dízimo é uma contribuição voluntária, que visa proporcionar o bem ao próximo. Uma das maneiras de amar é ser dizimista. O dízimista cristão dá 10% ao mês na igreja para que o valor se reverta em ações de bem-estar do próximo. Porque é consciente que sua condição financeira é dada por Deus para compartilhamento. Sim, compartilhar é amar. Não basta dizer que ama o semelhante, é preciso exteriorizar o sentimento com ações concretas. Amar implica em se esforçar em favor do outro.

O dizimista cristão se espelha em Abraão, que volutariamente entregou dez por cento ao sacerdote Melquisedeque, apresentado pelo escritor do livro de Hebreus como sacerdote da mesma linhagem eterna de Jesus Cristo.  São crentes conscientes da necessidade de usar o dinheiro para evangelizações, missões, manutenção de assistência social e construções de novos templos cristãos.

Quem são os antidizimistas?

Muita gente é contrária ao dízimo porque sabe que ele é um sistema de arrecadação que funciona. São contra o dízimo porque são ateus, anticristãos, sabem que se o dízimo deixar de ser praticado o crescimento do cristianismo diminui sua velocidade de expansão.

Não ouso dizer que quem é antidizimista é um materialista frio. Mas recomendo que se examine, veja se não deixa de entregar o dízimo por indiferença à vontade de Deus e por amar o dinheiro, motivado por causa da ganância e do egoísmo.

É uma heresia a filosofia do cristianismo sem compromisso com o próximo. Quem vive assim já foi apelidado de "euvangélico". A pessoa se diz cristã mas só pensa nela mesma, que o mundo se exploda, não se importa com o bem-estar de ninguém. Viver o Evangelho não é isso, ser cristão é empreender ação de amor. É amar mais do que com os lábios, com ações efetivas. Ninguém pode ser cristão justo tendo e negando o dinheiro aos que precisam. Entregar 10% é promover justiça, custear a cesta básica ao desempregado, é cuidar do templo que recebe o aflito, é patrocinar missões.

Existe muitas pessoas, não digo que são todas, que são contra a prática do dízimo porque amam ao dinheiro, não se importam em abastecer o departamento de assistência social da igreja, não se importa em ajudar famílias missionárias em terras estrangeiras. Se o seu cristianismo se resume a pensar só em seu bem-estar, lamento. Se você pensa que a sua saúde, que o possibilita a levantar-se para trabalhar e ganhar seu salário, é dada por Deus a você apenas para usá-la sem pensar no próximo, lamento...

Tenho observado que grande parte das pessoas que são contrárias ao sistema de arrecadação de dinheiro nas igrejas, não são cristãs frequentadoras de templos, elas desconhecem o meio evangélico, não sabem sobre a rotina cristã nos templos. São uma espécie de evangélico não praticante... Então, falam contra dízimos e pastores por suposição. Supõem que em todos os lugares o método do dízimo é um recurso desonesto para enganar pessoas simplórias. Estão satisfeitas com um cristianismo sem igreja, sem pensar em quem precisa ouvir a Palavra de Deus. Não se importam com gente do outro lado do mundo morrendo sem conhecer Jesus, não pensam na alma perdida. Não querem suprir as necessidades do próximo. Não só a necessidade do corpo, mas também a necessidade espiritual. É paradoxal, mas existe muita gente assim.

Os antidizimistas intrometem-se no direito de ofertantes e dizimistas, cidadãos livres para fazer o que quiser com seus honorários. Vejo essa atitude como invasiva. O bom alvitre recomenda a cada um cuidar de suas vidas, e não da alheia. 

Eu fico pensando comigo o que é que há na cabeça de antidizimistas, gente que vive a entremeter na vida alheia, dar palpites sem ser convidado, opinar na vida de dizimistas e ofertantes. Será que eles sonham ser formadores de opinão? Se for isso é melhor continuar a dormir, pois quando alguém conhece a Jesus verdadeiramente, se transforma em pessoa disposta a entregar até a própria vida, não apenas uma pequena porcentagem do salário. A história apresenta muitos mártires cristãos que morreram pela fé.

São verborrágicos. Falam e escrevem bastante contra cristãos dizimistas, mas sem argumentação que desconstrua as bases da doutrina do dízimo entre os cristãos. Alguns são persistentes, talvez até capazes de brigar para fazer com que as pessoas creiam que o tom da cor preta é branco. Eles Ignoram totalmente a verdade dos fatos, no caso as referências bíblicas contextualizadas, utilizadas por hermenêutas, gente séria que abre suas Bíblias e examinam as indicações apontadas pelas Escrituras Sagradas sobre o assunto. Tudo o que fazem é produzir logorréria.

A resistência deles é teologicamente nula, não possuem argumentos bíblicos contextualizados. Contentam-se em dizer que o dízimo é judaico sem levar em consideração que Melquisedeque e os patriarcas Abraão e Jacó nunca foram judeus e eram dizimistas.

Dízimo judaico? Não existe nenhuma abordagem nas páginas bíblicas usando o termo composto dízimo judaico. O uso da composição existe porque querem atrelar o dízimo única e exclusivamente ao judaísmo  A iiciativa é uma invencionice extra-bíblica. O dízimo foi prática do judaísmo, sim, mas havendo sido praticado bem antes da promulgação da Lei de Moisés, portanto, não pode ser considerado judaico.

Conclusão

Entendo que o dízimo deve ser ensinado que é uma prática voluntária aos cristãos, nunca obrigatório, sempre em caráter de voluntariedade. Nunca com o propósito de encontrar a salvação. O dízimo não salva, o dizimista entrega o dízimo porque sabe que está salvo e precisa contribuir financeiramente para que outros alcancem a salvação. O objetivo é devocional, prática de amor a Deus e ao próximo, para custear missões, evangelismos, assistência social. A igreja brasileira continuará a crescer com essa contribuição de  fé.


Por Eliseu Antonio Gomes

Fonte do post original: Blog Belverede


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A ASSEMBLEIA DE DEUS E AS OUTRAS ASSEMBLEIAS

Por Ciro Zibordi



Sou pentecostal, membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus desde 1987. Neste ano, fui batizado com o Espírito Santo e nas águas. Creio em milagres, minha vida é um milagre, tenho visto muitos milagres. Nasci num lar pentecostal e cresci em meio a visões, revelações, curas, línguas estranhas etc. E, por mais que eu tenha hoje um lado contestador — que não é exclusividade minha, visto que Paulo (2 Co 11.3-15) e o próprio Senhor Jesus (Mt 23; Ap 2-3), só para exemplificar, também se opuseram a heresias e modismos —, sempre cri na multifacetada obra do Espírito Santo mediante a diversidade de dons, ministérios e operações (1 Co 12.4-11). Mesmo assim, sou contra, pois a Palavra de Deus também o é, ao movimento neoassembleiano, que é experiencialista, místico e prioriza manifestações como “cair no poder”, “unção do riso”, “unção do leão”, “unção da lagartixa”, além da ênfase exagerada à prosperidade financeira, que muitos chamam de uma “unção financeira dos últimos dias”.

Na adolescência e na juventude, tive contato com todo o tipo de manifestação pentecostal e pseudopentecostal. Sei o que são cultos no monte; conheço vigílias do “reteté”, que na minha época não recebiam esse adjetivo. Fui dirigente de duas congregações em São Paulo e conheci todo o tipo de crente, dos mais frios aos mais fervorosos; desde os mais céticos até os mais fanáticos. Por graça de Deus, sou ministro do Evangelho desde 1992, ano em que fui consagrado a presbítero (ministro local); recebi o título de ministro pela CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus) somente em 1997, na Assembleia de Deus do Belenzinho em São Paulo. Na ocasião, tendo o meu nome apresentado pelo saudoso pastor e pregador do Evangelho Valdir Nunes Bícego, fui consagrado ao santo ministério numa reunião presidida pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa.

Que fique clara uma coisa: não sou um teórico, “frio”, “gelado”. Tenho plena convicção bíblica e experiencial de que o “cair no Espírito” e outras manifestações que ora ocorrem no meio assembleiano não têm aprovação divina. Não estou sendo apressado em minhas conclusões. Falo com conhecimento de causa, depois de ter analisado cuidadosamente as bases e os resultados das tais manifestações. Como tenho dito em meus livros editados pela CPAD, pessoas sinceras e tementes a Deus estão certas de que o “cair no Espírito” e a “unção do riso” são bíblicos. E algumas se apegam ao fato de manifestações similares às mencionadas terem ocorrido na Rua Azusa, em Los Angeles, no começo do século XX, e no início da Assembleia de Deus no Brasil. Mas é claro que as experiências relacionadas com o reavivamento do Movimento Pentecostal não se comparam com as aberrações que vemos hoje. Naquela época, não havia paletó e sopro “ungidos”, empurrões “sutis”, uivos, rugidos, latidos, pessoas rastejando pelo chão, grudadas na parede etc.

Além disso, não se deve supervalorizar as experiências vividas pelos pentecostais do começo do século XX, a ponto de as equipararmos às incontestáveis verdades da Bíblia. Devemos, sim, respeitar os pioneiros, mas a nossa fonte primacial, precípua, de autoridade tem de ser a Palavra de Deus. O “cair no poder”, a “unção do riso” e manifestações afins não se coadunam com os princípios e mandamentos contidos em 1 Coríntios 14. Essas manifestações aberrantes não edificam (v.12); contrapõem-se ao uso da razão, necessário num culto genuinamente pentecostal (vv.15,20,32); levam os incrédulos a pensarem que os crentes estão loucos (v.23); e promovem desordem generalizada (vv.26-28,40). Muitos neoassembleianos, defensores dessas manifestações, dizem que estão na liberdade do Espírito, porém o texto de 1 Coríntios 14 não avaliza toda e qualquer manifestação. No culto genuinamente pentecostal deve haver julgamento, discernimento, análise, exame (vv.29,33). Por isso, no versículo 37, está escrito: “Se alguém cuida ser profeta ou espiritual, reconheça que essas coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor”. Leia também 1 Tessalonicenses 5.21 (ARA); João 7.24 e 1 João 4.1.

Não tenho dúvidas de que o Senhor opera milagres extraordinários em nosso meio. Ele é o mesmo (Hb 13.8). Mas o que temos visto hoje em algumas Assembleias de Deus são práticas viciosas e repetitivas. Jesus curou um cego com lodo que fez com a sua própria saliva, porém Ele não metodizou esse modo de dar vista aos cegos. A obra de Deus surpreende, impressiona, positivamente, e deixa todos maravilhados (Lc 5.26). As falsificações são viciosas, premeditadas, propagandeadas, a fim de que o milagreiro receba a glória que é exclusivamente de Deus (Is 42.8). O “cair no poder”, a “unção do riso” e outros “moveres” não têm apoio das Escrituras e não podem ser equiparados ao batismo com o Espírito Santo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, mencionado com clareza na Palavra de Deus (Jl 2.28,29; Mc 16.15-20; At 2; 10; 19; 1 Co 12-14 etc.). Por isso, os neoassembleianos recorrem a passagens que nada têm que ver com o assunto. Citam textos como 2 Crônicas 5.14 e 1 Reis 8.10,11 e dizem, com a boca cheia: “Os sacerdotes não resistiram a glória de Deus e caíram no poder”. Que engano!

Veja o que a Bíblia realmente diz: “E sucedeu que saindo os sacerdotes do santuário, uma nuvem encheu a Casa do SENHOR. E não podiam ter-se em pé os sacerdotes para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do SENHOR enchera a Casa do SENHOR” (1 Rs 8.10,11). Observe que eles saíram do local; não ficaram ali caídos. Não houve também um “arrebatamento em grupo”. A frase “não podiam ter-se em pé” tem sido empregada de modo errôneo e abusivo pelos neoassembleianos. Eles a interpretam como “caíram no poder”. Mas ela, na verdade, denota que os sacerdotes “não puderam permanecer ali”, o que fica ainda mais claro na versão Almeida Revista e Atualiza (ARA). Eles não suportaram permanecer no local ministrando! Não tinham como resistir a glória divina presente ali. Por isso, não permaneceram no local. Onde está escrito que eles caíram no poder?

Outro texto citado erroneamente em abono às manifestações neoassembleianas é João 14.12, pelo fato de mencionar “coisas maiores” do que as realizadas por Jesus. Mas o termo “obras” (gr. ergon) significa: “trabalho”, “ação”, “ato” (VINE. W.E. et al., Dicionário Vine, CPAD, p.764,827), e não “milagres” ou “manifestações”, estritamente. Essas obras maiores incluem tanto a conversão de pessoas a Cristo, como a operação de milagres (At 2.41,43; 4.33; 5.12; Mc 16.17,18). Exegeticamente, são obras maiores em número e em alcance. Dizem respeito à quantidade em lugar de qualidade. João 14.12, por conseguinte, não avaliza truques, trapaças, experiências exóticas e antibíblicas, além de fenômenos “extraordinários” (cf. Dt 13.1-4; 2 Ts 2.9; Mt 7.21-23). O paradigma, o modelo, dos pregadores da Assembleia de Deus deve ser o Senhor Jesus Cristo, que andou na terra fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do Diabo porque Deus era com Ele (At 10.38).

É perigoso quando resolvemos ter um ministério “sem limites”, em que nada pode ser contestado, à luz da Bíblia. Tudo deve, sim, ser regulado, controlado pelo Espírito Santo e pela vontade de Deus esposada em sua Palavra (Mt 7.15-23; 1 Jo 4.1; 1 Ts 5.21; 1 Co 14.29; Jo 7.24 etc.). Na Palavra de Deus não há nenhum fundamento para o “cair no poder” e outras aberrações. O Senhor Jesus nunca derrubou ninguém. Ele não arremessa pessoas ao chão mediante sopros “ungidos” e golpes de paletó. Quem gosta de lançar as pessoas ao chão é o Diabo (Mc 9.17-27). Em Lucas 4.35, está escrito: “E Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te e sai dele. E o demônio, lançando-o por terra no meio do povo, saiu dele, sem lhe fazer mal”. Jesus, o maior Pregador que já andou na terra, e seus apóstolos nunca impuseram as mãos sobre pessoas para levá-las ao chão. Eles jamais sopraram sobre elas ou lançaram parte de suas roupas a fim de derrubá-las.

Considero importantes os milagres e as curas, no nosso meio, mas, na hierarquização feita por Deus, o Ministério da Palavra tem prioridade (1 Co 12.28; Jo 10.41). Os sinais, prodígios e maravilhas devem ocorrer naturalmente, como consequência da pregação do Evangelho (Mc 16.15-20). Entretanto, hoje há muita imitação, falsificação, misticismo no meio dito assembleiano, que é na verdade neoassembleiano. Temos hoje, ainda, a Assembleia de Deus que se mantém fiel às suas origens, e há também outras Assembleias, que não têm mais compromisso com o Deus da Palavra e com a Palavra de Deus. “Converte-nos, SENHOR, a ti, e nós nos converteremos; renova os nossos dias como dantes” (Lm 5.21).


Ciro Sanches Zibordi

Fonte: CPAD NEWS
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VOCÊ VIVE VERDADEIRAMENTE SOB A GRAÇA DE DEUS?

Por Sandro L. Oliveira



“Porque a graça salvadora de Deus se há manifestado a todos os homens, Ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente, Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo; O qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniquidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras.“ Tito 2:11-14

A graça de Deus consiste em transformar pecadores depravados e ávidos pelas concupiscências carnais e pelo pecado que tão de perto nos rodeia [Hebreus 12:1-8] em novas criaturas por Cristo Jesus (na verdade não em criatura, mas em filhos de Deus [João 1:12]); pois ao assumir nova identidade conquistada através da cruz de Cristo, somos transformados segundo a justa medida da fé no Filho de Deus, sabendo que desprezando a primeira natureza corrupta (Adão) somos gerados segundo a natureza do Justo dos céus (Jesus Cristo) e essa nova natureza nos dá o padrão de pureza exigida por Deus Pai para sermos aceitos diante da Sua gloriosa e santa presença [Salmos 24:3-5].

A graça de Deus não é libertina como se pensa hoje em dia, mas é condicionada àqueles que “morrem” verdadeiramente para o pecado e para essa vida, a fim de poderem viver em santidade e zelo diante de Deus, o El Shaddai.

Precisamos revisar alguns conceitos do evangelho que se perderam ao longo dos anos para que não sejamos mais como “meninos levados por qualquer vento de doutrina” [Efésios 4:14]. O entendimento desses conceitos está diretamente ligado à sua eternidade.

Em primeiro passo, a vida cristã deve estar condicionada a fé no Filho de Deus e a confissão do Seu senhorio sobre a sua vida e em segundo passo devem levar-se em conta as obras que você realiza e que comprovam a sua fé; ou seja, a sua prática de vida deve ataviar a sua profissão de fé – isso é ser um verdadeiro cristão – andar de acordo com as obras de Cristo aqui na terra, porque isso é ser sal da terra e luz do mundo [Mateus 5:13-20] em meio a uma geração inteira pervertida e relaxada quanto aos conceitos e conselhos deixados por Deus na bíblia.

Sabe o porquê de essa geração estar assim da forma que está se assemelhando a geração de Noé e a geração de Ló??? Por culpa da negligente e orgulhosa igreja de Laodicéia atual (E em Nome de Jesus não façam menção à outras denominações tentando tirar a vossa dessa triste realidade, pois ela também consistentemente está inserida nessa condição). E não adianta torcer o nariz e se ofender, pois quem é guiado pelo Espírito Santo de Deus sabe que isso é verdade. Outro fator é que essa geração de cristãos negam com as suas obras a fé que professam com sua boca.

Portanto o aumento da impiedade dessa geração está diretamente ligado à falha da igreja morna da atualidade [Apocalipse 3:16], pois como irão reconhecer que são pecadores e precisam abandonar o pecado, se vêem acontecer coisas piores ou de igual tamanho as coisas que praticam dentro das igrejas?

As obras que a igreja moderna, sobre a qual se intitulam soberbamente “A Igreja de Cristo ou do Espírito Santo” estão fazendo que a luz do templo esteja se apagando no templo [1 Samuel 3:1-3] por causa da falta de zelo para com o Eterno, contrariando em larga escala aquilo que Deus ordenou: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.” Mateus 5:16.

O que acontece é que a geração presente utiliza-se do jargão: “Nós estamos no tempo da Graça, não há o que temer” e desprezam que devem demonstrar obras (frutos) dignos de arrependimento [Mateus 3:7-8] e com isso acham brechas para continuar pecando e levando Cristo novamente a vitupério, assumindo com suas práticas de que o primeiro sacrifício não foi válido ou suficiente, que precisam de outro [Hebreus 6:6 / Hebreus 10:26-31]. Será que nunca vão aprender o caminho do Senhor? Será que nunca vão honrá-Lo da maneira que Ele deve ser honrado, adorado e temido?

Não confundam Graça com Misericórdia; pois a misericórdia é temporária e se estende a todas as criaturas e faz com que desça chuva sobre os justos e injustos [Mateus 5:45], mas a graça é somente sobre os filhos que guardam as Suas palavras [João 14:23-25] e durará para sempre [Daniel 7:18] e os livrará do poder da morte e do inferno.

Portanto, entenda o conselho: apenas professar que crê em Deus e não andar segundo os padrões por Ele exigidos não te torna em alguém mais especial do que os outros que estão em perdição e caminhando rumo ao lago de fogo ardente [Mateus 13:34-43], mas te coloca na mesma condição, ou talvez em uma condição menos favorável aos olhos de Deus do que qualquer “não crente”, pois como você diz ser resgatado por Cristo através do derramamento do Seu sangue, é sua obrigação como cristão conhecê-Lo e agradá-Lo.

Não cuidem que colocar a bíblia em baixo do braço e caminhar para uma congregação regularmente, irá te escusar diante do Juiz de toda a terra no dia em que Ele vier [Malaquias 3:2-6 / Amós 5:18-24]. Se você não tiver MUDANÇA DE VIDA E CARÁTER SANTO, você só está levando uma vida hipócrita de um falso cristão enganando e sendo enganado [2 Timóteo 3:13]. O evangelho de Jesus é muito mais sério do que você pensa, não está ligada a felicidade plena para essa vida e não está relacionado à disponibilidade que você tem de estar na igreja continuamente participando de todas as suas atividades ou para atender a vontade do pastor da sua igreja com prontidão (naquilo que é vontade da pessoa do pastor e não de Deus), isso não tem valor nenhum no Reino dos céus. O evangelho genuíno consiste em renúncia e cruz, sendo também em esperança, gozo eterno e redenção.

Meus irmãos (ãs), se as pessoas não conseguem te reconhecer como luz e se a sua presença não influencia as pessoas ou pelo menos as incomoda em relação a Deus é e aos pecados dela, então sinto em te dizer que sua vida cristã não passa de uma terrível farsa e você corre um grande perigo em relação à sua eternidade.

O apenas crer e não praticar as santas palavras de Deus anunciada na bíblia, somente te coloca em uma posição igual a dos demônios que se rebelaram contra Deus (alguns estão em posições até mais críticas, pois não temem a Deus). E isso não sou eu que estou dizendo é a palavra, veja: “Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o crêem, e estremecem. Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta?” Tiago 2:19-20 e ainda como o nosso amado irmão Paulo nos ensina: “Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.” Romanos 14:22. Daí podemos perceber que servir a Deus é bem mais sério do que pensamos, mas para entendermos isso é preciso deixarmos de ser “meninos” no conhecimento de Deus.

A fé vazia e fútil não basta para Deus, assim como justiças tendenciosas; ambas são trapos de imundices perante Deus [Isaías 64:5-7].

Irmãos (ãs) vocês querem entrar nos céus??? Então, obtenham uma nova identidade em Jesus; aí sim entenderão o que o Espírito quer dizer, quando expressa: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras (obras feitas a fim de aparecerem ou por hipocrisia), para que ninguém se glorie; porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras (viver a vida pautada nas escrituras, seguindo o exemplo de Cristo), as quais Deus preparou para que andássemos nelas.“ Efésios 2:8-10.

Precisamos parar de nos enganar, pensando que a graça de Deus é libertina e sem limites, nos dando a falsa liberdade de andarmos orgulhosos e soberbos perante Ele, apenas porque nos intitulamos evangélicos. Deus não irá levar qualquer pessoa para habitar com Ele, mas vai levar […um povo seu especial, zeloso de boas obras – Tito 2:11-14. ]

Entenda isso em Nome de Jesus e “assim também operai a vossa salvação com temor e tremor” Filipenses 2:12. Sabendo antes que, Deus não pensa como o homem pensa e nem vê como o homem vê. Entenda que, somente aqueles que verdadeiramente foram transformados pelo poder do evangelho e que verdadeiramente faz a vontade do Pai serão os que verão o Reino dos céus e farão parte dele, como está escrito: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.” Mateus 7:21-23. Essa é a verdade que “qualquer que Nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro. Qualquer que comete pecado, também comete iniqüidade; porque o pecado é iniqüidade. 1 João 3:3-4. Será que isso não é suficiente para gerar temor a Deus? Saber o risco que corremos de ir para o inferno se não estivermos vivendo segundo a verdade e segundo as obras de Cristo, mas segundo a religiosidade em nós?

Precisamos mudar o nosso padrão deturpado de cristãos que foi formulado e ensinado por grande parte de falsos pastores, lobos devoradores que estão ou estiveram em cima dos púlpitos das igrejas atuais, desviando o povo da verdade do evangelho e criando uma geração prostituída diante de Deus, e atingirmos os padrões exigidos pelo Eterno, a fim de reconhecermos a bondade e severidade de Deus [Romanos 11:22] e podermos adorá-Lo como Ele é – Santo e Justo.

Se você quer realmente chegar ao Monte Santo do Senhor e habitar na nova Jerusalém [Apocalipse 21] considere essas coisas e abandone a falsidade, mesmo que você esteja dentro de uma igreja que você considere “impecável” e “perfeita” o que irá contar é se você é nova forma de vida ou não, se você ama ou não a Deus, se adora em Espírito e em verdade ou apenas por altivez, se você o teme ou não. Se você nasceu verdadeiramente da água e do Espírito [João 3:1-12] alegre-se de fazer parte do povo especial e zeloso que irá entrar pelos portões celestiais e cuide-se para permanecer em Cristo, sempre humilde, temperante, grato, amoroso, longânimo e então alcançará a vida eterna.

Alegre-se de Deus estar demonstrando a Sua maravilhosa graça a você nesse exato momento, te revelando um pouco mais sobre a Sua essência. Será que você pode ouvi-Lo?

“Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo?” Salmos 24:3

Por Sandro L. Oliveira

Fonte: Blog a Última Trombeta
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CRIANDO UM AMBIENTE PROPÍCIO PARA DEUS OPERAR

SUSANNA WESLEY - UM EXEMPLO DE MÃE CRISTÃ


Naquele tempo as famílias tinham muitos filhos. Era incomum um lar com poucos filhos.

Susana Wesley foi a mãe de John Wesley, o fundador do metodismo no século XVIII. Essa nobre mãe, que teve dezenove filhos, desenvolveu essas regras para educação dos seus filhos há mais de duzentos anos, e ainda hoje nos são tão úteis.

1. Não permita que as crianças comam entre as refeições
2. Coloque todas as crianças na cama por volta das 20h
3. Faça-as tomar remédio sem reclamar
4. Reprima a teimosia nas crianças e, desse modo, trabalhe com Deus para salvar a alma delas
5. Ensine cada uma delas a orar tão logo comecem a falar
6. Faça que todas fiquem em silêncio durante a adoração familiar
7. Não lhe dê nada que peçam chorando, apenas ao que pedem de maneira polida
8. Para evitar mentiras, não puna a falta que é confessada e da qual se arrependem
9. Nunca permita que um ato pecaminoso fique sem punição
10. Nunca puna duas vezes a criança por uma simples ofensa
11. Elogie e recompense o bom comportamento
12. Toda tentativa de agradar, mesmo que fraca, deve ser elogiada
13. Preserve o direito de propriedade, mesmo nos menores assuntos
14. Cumpra com rigor todas as promessas feitas
15. Não exija que uma criança trabalhe antes que saiba ler
16. Ensine as crianças a temerem a vara




Certa vez, quando seu marido lhe perguntou exasperado: “Por que você se assenta aí ensinando esta mesma lição pela vigésima vez a essa criança medíocre?” ela respondeu calmamente: “Se tivesse me satisfeito em mencionar esse assunto somente dezenove vezes, todo o esforço teria sido em vão. Foi a vigésima vez que coroou todo o trabalho.” Já um homem famoso, seu filho John Wesley lhe implorou para que escrevesse alguns detalhes da criação de seus filhos, ao que ela consentiu relutantemente. Ela confessou:

“Ninguém pode seguir o meu método, se não renunciar o mundo no sentido mais literal. Há poucos, se houver que devotariam cerca de vinte anos do primor de sua vida na esperança de salvar as almas dos seus filhos.”




Estamos falando de uma incrível mulher da classe média inglesa que foi o suporte espiritual do grande despertamento religioso na Inglaterra. Seu nome era Susana Wesley, a mãe de John e Charles Wesley.

Susana Wesley passava uma hora pela madrugada e outra à noite orando e meditando na palavra de Deus.

Ela começava a treinar seus filhos tão logo eles nasciam por um método de vida bastante rigoroso. Desde o nascimento ela também começava a treinar suas vontades, fazendo-os perceber que deveriam obedecer aos seus pais. Eles eram até mesmo ensinados a chorar baixinho e a beber e a comer apenas o que lhes fosse dado. Comer e beber entre as refeições nunca era permitido, a não ser que estivessem doentes.




Às seis, tão logo as orações familiares estivessem terminado, eles jantavam. Às oito, eles iam para a cama devendo dormir imediatamente. “Não era permitido em nossa casa”, esta mãe informa, “assentar-se perto da criança até que ela adormecesse”. O grande ruído que muitas de nossas crianças fazem era raramente ouvido na casa dos Wesleys.  Risos e brincadeiras, no entanto, eram sons habituais. O bem-estar espiritual de seus filhos interessava muito a Susanna. Ela deu-lhes uma apreciação das coisas do Espírito e levou avante este ensinamento até seus anos de maturidade.

Mesmo já idosa, seu filho John ainda vinha até a sua devota mãe por conselhos. Não apenas para os metodistas mas para todo o mundo Susanna Wesley deu uma nova liberdade de fé, um novo brilho de religião vital e uma nova intimidade com Deus. Não é de se admirar que esta mãe que tão frequentemente orava, “dá-me graça, oh Senhor, para ser uma cristã verdadeira”, produzisse um grande cristão como John Wesley. “Ajuda-me, Senhor”, ela orava, “a lembrar que religião não é estar confinada à igreja ou a um cômodo, nem se exercitar somente em oração e meditação, mas é estar sempre na Tua presença”.

Em outubro de 1735, a convite do General James Oglethorpe, fundador da Colônia da Geórgia, nos Estados Unidos, John e Charles Wesley foram até lá como missionários aos índios e colonizadores. Susanna se despediu de seus filhos, e ao fazê-lo, John expressou sua preocupação em deixar sua mãe idosa. Mas ela respondeu: “Tivesse eu vinte filhos, eu me alegraria que todos eles fossem assim empregados, mesmo que nunca mais os visse.” Ao retornar à Inglaterra, John reassumiu suas pregações em todo o país. Anos depois, Susanna teve o imenso gozo de o ouvir pregar noite após noite a céu aberto, a uma congregação que cobria toda a encosta de Epworth. Ele se lembrava das reuniões de sua mãe em Epworth quando a ouvia pregar nas noites de domingo para duzentos vizinhos que se aglomeravam na residência pastoral.

Quando os metodistas alcançaram pleno vigor, a vida de Susanna chegou ao fim. Enquanto pregava em Bristol num domingo de Julho de 1742, John foi avisado que sua mãe estava enferma e retornou às pressas. Na sexta-feira seguinte ela despertou do sono para clamar: “meu querido Salvador, Tu estás vindo me socorrer nos meus últimos momentos de vida?” Mais tarde, naquele dia enquanto seus filhos estavam ao redor de seu leito, ela disse: “filhos, tão logo eu tenha sido transferida, cantem um salmo de louvor a Deus”. Ela morreu no local onde a primeira Capela Metodista foi aberta e foi sepultada no cemitério ao lado oposto onde trinta e cinco anos mais tarde, seu filho John construiria sua famosa capela. Certa vez, John mencionou sobre aquele funeral: “Foi uma das reuniões mais solenes que eu já vi, ou esperei ver, neste lado da eternidade.”
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A MULHER E A SANTIFICAÇÃO DO LAR

 
RUTE E JEZABEL - DUAS FIGURAS BÍBLICAS OPOSTAS

1 Reis 21:25 - “Porém ninguém fora como Acabe, que se vendera para fazer o que era mau aos olhos do SENHOR; porque Jezabel, sua mulher, o incitava”.

Uma mulher, pode ser a coroa de seu marido, ou pode ser o motivo de sua ruína.

Provérbios 12:4 – “A mulher virtuosa é a coroa do seu marido, mas a que o envergonha é como podridão nos seus ossos”.
 
Nós mulheres, geralmente temos um alto poder de persuasão sobre os homens, em primeiro lugar porque eles foram criados por uma mulher, nasceram de uma mulher, e certamente a principal fonte de carinho na infância veio de uma mulher.
 
Donas de traços delicados na face e no corpo, dona de uma voz suave, e de muita perspicácia, as mulheres encantam os homens. Até onde isto é positivo, e quando passa a ser negativo? Tudo depende de onde está o coração desta mulher.
 
Hoje em dia, a sociedade fala muito sobre a independência da mulher, financeira e pisicologica, como um orgulho. Este orgulho, tem sim uma razão de existir, pois por muitos anos as mulheres foram consideradas inferiores e algumas levaram vidas miseráveis ao lado de terríveis homens, e tiveram que suportar caladas.
 
Não é pecado ser uma mulher de coragem e de iniciativa, mas como tem sido o relacionamento destas mulheres, com seu conjugue em casa? Como reagem as mulheres que se sentem mais inteligentes, e ganham mais que seus maridos? Estão preparadas para separar os departamentos e continuar amando-os e respeitando?
 
Ás vezes, lendo as cartas do apóstolo Paulo, chego a pensar que se eu e ele vivêssemos na mesma época, ele não teria minha simpatia(haha), pois para ele, a mulher não poderia se quer falar nas Igrejas - 1 Coríntios 14:34 – “As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei”. 1 Coríntios 14:35 - “E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja” - e eu sou uma pregadora do Evangelho!
 
Mais que isso, por ele, homem se quer tocaria em mulher, ficaria solteiro para o resto da vida servindo a Deus e a sua obra. 1 Coríntios 7:1 – “Ora, quanto às coisas que me escrevestes, bom seria que o homem não tocasse em mulher” - Mas quero ser relevante, e pensar que quando Paulo aconselhou tais coisas, ele estava pensando na grande pisada na bola de Eva; na mulher de Ló que amava tanto a indecência de Sodoma e Gomorra que olhou para trás contrariando a ordem de Deus, como a mulher de Jó, que era do tipo interesseira e só agradou o marido quando tudo ia bem, do contrário lhe deu o péssimo conselho ''amaldiçoa este TEU Deus e morre''; talvez também tenha lembrado da inveja de Miriã para com seu irmão Moisés no deserto que a fez leprosa, e de Dalila, traidora, que revelou o segredo de Sansão... com certeza ele se lembrou de Mical, que tentou fazer Davi sentir-se ridículo por dançar na presença do Senhor, e não poderia se esquecer de Jezabel, a mulher mandona, que escravizava o marido, controlava seus pensamentos e atitudes.
 
Mas, podemos escolher que tipo de mulher seremos. O livro de Provérbios capítulo 31 fala das atitudes que tem uma mulher virtuosa. Ela é tudo de bom: boa esposa, boa dona de casa, uma ótima administradora de seus bens, que antes de comprar uma propriedade a examina, uma empresária que faz roupas e as vende. Uma mulher que não permite que sua família passe fome ou frio, porque de longe trás o seu pão e sua casa é forrada de lã e linho, uma mulher generosa que sabe dar esmolas a quem precisa, uma mulher que ri do dia futuro, porque confia em seu Deus. Uma mulher que tem a confiança do marido, e lhe retribui esta confiança com o bem e não com o mal, todos os dias de sua vida. Eu ainda acrescentaria, os provérbios, que nos ensina a não sermos briguentas, contenciosas, falando e falando dia e noite. A sermos ALEGRES mães de filhos, e não mulheres murmuradoras cujos filhos tem até medo de se aproximar; Paulo também ensina que a mulher deve cuidar de seus afazeres e não ficar batendo papo à toa com a vizinha o dia inteiro.

Muita coisa? É verdade, para ser a mulher ideal e ainda cuidar da aparência, ser boa amante, e cheias do Espírito Santo, servindo a obra, não é fácil, mas com Deus é totalmente possível.

Já vi homens se desviarem do evangelho, por causa de mulheres de coração não convertido. Já vi homens sendo destacados na vida secular e na obra por causa de mulheres abençoadas que conduzem seu lar com sabedoria. Que tipo de mulher você quer ser?

Não podemos nos esquecer do cuidado com o respeito que devemos a nossos maridos, nos destacando mais do que ele ou não, ganhando mais do que ele ou não. Maria gerou Jesus Cristo, mas sem o apoio de José seria muito mais difícil para ela; sem contar que Jesus só nasceu da descendência de Davi, como tinha que ser, porque José descendia desta linhagem, e não Maria.

Tola das mulheres que se acham tão espertas a ponto de subestimar a presença e o reforço de seus maridos. Basta se imaginar sem ele, e você perceberá que metade de sua força se foi...

Sejamos mulheres como as boas mulheres da Bíblia, rejeitemos este espírito de Jezabel que tem destruído os casamentos, vigiemos... porque a mulher sabia edifica sua casa, enquanto a tola a derruba com as próprias mãos.


(TEXTO ADAPTADO - ESCRITO POR UMA SENHORA - EVANGÉLICA - SERVA DO SENHOR)

Fonte: http://www.icmobreiros.com.br/

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FAMÍLIA: UMA FORTALEZA QUE RESISTE AO PECADO!


UMA FAMÍLIA BEM EDIFICADA EM CRISTO
É UMA FORTALEZA QUE RESISTE AO PECADO!

O livro do profeta Daniel é de um conteúdo profético extraordinário. Quanto mais se lê, mais despertamento a respeito dos tempos do fim. Observa-se no início do império gentílico, que foi visto através de uma estátua, cuja cabeça era de ouro, tempo do Império Babilônico, e Nabucodonosor era seu representante; depois do ouro, veio a prata, o bronze, o ferro, e termina com uma liga de ferro e barro. Vê-se claramente que a qualquer momento esta estrutura desabará e dará lugar ao reino milenar do Senhor Jesus.

“Os entendidos pois resplandecerão como o resplendor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas, sempre e eternamente. E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará.” (Dn 12:3-4).

A PROFECIA SE CUMPRE
Telefone Celular
Computador
Televisão

Bem, mas qual o motivo deste assunto?
Despertar-nos para fatos que estão diante de nós, se cumprindo a cada instante e dizendo-nos: os reinos deste mundo chegarão ao seu fim. E para onde iremos?

Sempre, em qualquer época, haverá “entendidos”, como Daniel fala aos que estão se preparando nesta hora para dar o ensino da Palavra de Deus aos que querem uma vida que vale a pena ser vivida e que os levará à eternidade com Deus.

Em seguida Daniel adverte quanto aos sinais claros da proximidade do “fim dos tempos”: “… muitos correrão de uma parte para outra …” (Dn 12:4).

Isto é visto diariamente, quando grandes aeronaves se deslocam de um continente a outro, em viagens que atingem velocidades extraordinárias.
“… A ciência se multiplicará.” Em todos os setores esta multiplicação se vê e cresce diariamente. Na matemática, cálculos feitos, precisos, para envio de aeronaves aos planetas, bases espaciais feitas, controle deste universo através de satélites, de foguetes espaciais;

Na medicina, transplante de órgãos, descobertas de remédios que curam doenças antes tidas como incuráveis;

Nos meios de comunicação, a telefonia celular, o computador, ligado a eles a Internet, a televisão que, como aparelho, apresenta novas formas, mais adequadas à modernidade.

Bem, Daniel fala a este respeito. E em que isto nos atinge?
A preocupação com nossas crianças, adolescentes, jovens, e até adultos, que podem ser envolvidos no lado perverso que estas descobertas são capazes de levar: destruição das mentes, da vida, e a morte espiritual, quando o empenho de Deus é dar ao homem vida eterna.

“O jovem entregue a si mesmo envergonha a sua mãe.” (Pv 29:15). Aquilo que nos cerca, que está muito perto de nós, tem que ser observado e orientado, a fim de que não resulte em vergonha.

O desenvolvimento da ciência é sinal do fim dos tempos e deve ser usado para bem e não para o mal.

Telefone Celular

É bom, mas há de se ensinar como usá-lo, porque ele age diretamente dentro do ouvido.

Ouvi de pais que viram atitudes perversas, dissimuladas, nos filhos, vindas de amigos, que usavam o celular para marcar encontros em lugares impróprios, para se mostrarem adultos; tudo em horas perigosas, e aos pais diziam estar fazendo trabalho de classe com colegas.

Telefones celulares com jogos que não trazem nenhuma edificação: são de brigas, morte e quanta coisa se inventa para ganhar dinheiro à custa dos indefesos.

Telefones celulares, ouvido a ouvido, clicando piadas imorais, que pervertem o íntimo do ser. Horas perdidas em conversas destrutivas nos quartos fechados, e os pais pensando que estão estudando ou dormindo.

Computador

É uma descoberta tão boa que dificilmente jovens hoje conseguem emprego sem saberem usá-lo. Mas há o alerta porque é olho a olho.

O que estão vendo? Pornografia; salas de bate papo, para conversas sobre todo tipo de assunto, de encontros sexuais virtuais; apresentação, através de blogs, em que meninas se oferecem com roupas insinuantes, suas fotos são divulgadas para atrair, tudo isto um mau uso.
Os pais que querem suas crianças e adolescentes para Deus, querem preservá-los deste mundo de trevas, para viverem como astros que brilham o brilho do Senhor, têm que estar vigilantes.

Estamos dando pinceladas sobre estes assuntos, a fim de que os pais não se iludam, mas que orem, jejuem, pelos seus filhos e mostrem os perigos que estão escondidos nestes meios de comunicação que, mal usados, levam até à morte espiritual.

As igrejas do Senhor estão trabalhando em favor da criança, do adolescente e do jovem. Os pais recebem esta grande ajuda, um apoio que não se vê no mundo. Se puserem em prática, terão vitória sobre o mal que os quer atingir.

Televisão

A TV reflete o nível mental da sociedade longe de Deus, que não respeita mais nem sequer os horários em que as crianças estão presentes.

As novelas são baixas, a mensagem amoral, gritaria, o bater de portas, o espírito irado, falsidade, torturas, vinganças, assassinatos, os eternos triângulos amorosos, homossexualismo, tudo que teríamos horror, se acontecesse em nossos lares.

E os pais? Alguns vendo, permitindo que seus filhos vejam, participem, acham que seus filhos são maduros, não serão atingidos pelo que vêem. Grande engano. Os neurônios despertados, os pensamentos perturbados e atitudes que se manifestam de repente.

“O homem que anda desviado do caminho do entendimento, na congregação dos mortos repousará” (Pv 21:16).

C. S. Louis, em seu livro “Cartas do Inferno”, cita que toda trama contra os judeus, em que seis milhões foram mortos, foi arquitetada em salões atapetados, com cortinas ricas e mulheres e homens muito bem trajados. E neste ambiente Hitler foi usado pelo maligno para assinar estas mortes usando meios cruéis.

Como é o ambiente destas novelas? Casas suntuosas, carros de luxo, bares íntimos onde, no auge dos gritos e insultos, buscam as bebidas destruidoras, servidas por mordomos a rigor.

Neste ambiente está representado um lar, uma família que se desfaz pela insegurança, infelicidade. É o lixo da sociedade decadente.

E as apresentadoras de programas para crianças e adolescentes? Mulheres carregadas de pecado, vividas em pecado, sem compromisso com as pobres crianças, que pulam e gritam como fantoches aos seus comandos. Qual o compromisso delas para com o seu auditório? Só têm compromisso com o cheque do contrato financeiro.

A televisão tornou-se uma ferramenta na mão do adversário, e ele está sabendo usá-la muito bem. Resta que os servos de Deus saibam se defender.

Chegou às minhas mãos o relato de uma professora de uma criança de 4 anos, que havia assistido o desenho da Disney “A Espada era a Lei”, onde um mágico, chamado Merlin, apresentava-se fazendo mágicas. Passados uns dias, ele disse à sua mãe: “- Eu não preciso mais de Jesus, pois poderei resolver tudo com mágica, como Merlin”.

“Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicários, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.” (Ap 21:8).

“Entre ti se não achará quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; Nem encantador de encantamentos, nem quem consulte um espírito adivinhante, nem mágico, nem quem consulte os mortos.” (Dt 18:10-11).

E o que a TV apresenta diariamente? Bruxarias, feitiçarias, consulta aos mortos, tudo isto proibido por Deus, nosso pai Eterno. Crianças e adolescentes não têm capacidade psicobiologia para analisar e discernir as mensagens colocadas em vídeo sem nenhuma estrutura moral.

A TV, usada sem orientação, é um mal terrível.

Poderia citar inúmeros exemplos tristes, mas o importante é que os pais tementes a Deus não entreguem seus filhos à disposição delas para destruir os sentimentos nobres que aprendem do Senhor, pela Sua Palavra.

A Obra que Deus está fazendo nesta hora que antecede a volta do Senhor Jesus é maravilhosa. Reuniões em que crianças, adolescentes, jovens, estão sendo batizados com o Espírito Santo, participam dos cultos a Deus com alegria, evangelizam e frequentam seminários. Em 2006 tivemos, em todo o Brasil, cerca de 233.000 crianças e adolescentes que participaram de diferentes eventos.

Sejamos sábios.

“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria …” (Pv 1:7).

Fonte: http://www.icmobreiros.com.br/

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